Trump afirma estar 'preocupado' com surto de Ebola na África

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse estar 'preocupado' com o surto de Ebola que atinge a República Democrática do Congo, com 131 mortes confirmadas até agora. A medida foi tomada após relatos de que vários cidadãos americanos haviam sido expostos ao vírus. Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA confirmaram nessa segunda (18) que um americano testou positivo para o vírus Ebola. O Departamento de Estado dos EUA afirmou estar trabalhando em estreita colaboração com o centro de controle para repatriar os americanos afetados pelo surto de Ebola. Apesar disso, o presidente dos EUA enfatizou em seus comentários na noite passada que o vírus permanece confinado à África. Em meio a isso, a Organização Mundial da Saúde declarou emergência internacional de saúde pública após o avanço de um surto de Ebola na República Democrática do Congo. A OMS realizará uma reunião de emergência nesta terça-feira (19). Além das mortes, são quase 400 casos suspeitos. O atual surto é causado pela cepa Bundibugyo, para a qual ainda não existem vacinas ou medicamentos específicos. Uganda também confirmou dois casos da doença e uma morte. Autoridades americanas informaram que pelo menos seis cidadãos dos Estados Unidos foram expostos ao vírus durante o surto no Congo, região de conflito armado. Um deles apresenta sintomas compatíveis com a doença. Apesar de classificar o risco para os Estados Unidos como relativamente baixo, a agência de saúde pública do país anunciou medidas para reforçar o controle sanitário. Entre elas estão o monitoramento de viajantes e restrições de entrada para pessoas que estiveram recentemente em Uganda, República Democrática do Congo ou Sudão do Sul. A Organização Mundial da Saúde afirmou que a situação representa uma emergência internacional, mas ainda não atende aos critérios para ser considerada uma pandemia. O Ebola é transmitido pelo contato direto com fluidos corporais de pessoas infectadas. Os sintomas incluem febre, fadiga, dores musculares, dor de cabeça e dor de garganta, podendo evoluir para vômitos, diarreia e hemorragias. A taxa de mortalidade da cepa atual é estimada entre 25% e 40%. Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump Divulgação/Casa Branca Ainda não há nenhuma restrição de viagem, nem fechamento de fronteira, mas o alerta foi dado pela OMS. Mais de 28.600 pessoas foram infectadas pelo Ebola durante o surto de 2014-2016 na África Ocidental. A OMS aconselhou os dois países com casos confirmados a realizarem triagens fronteiriças para evitar a propagação do vírus. Ebola é uma doença grave que se espalha através do contato direto com os fluidos corporais de uma pessoa infectada. A taxa de mortalidade envolvendo a cepa é estimada entre 25 e 40% Os sintomas geralmente incluem febre, fadiga, dores musculares, dor de cabeça e dor de garganta, seguidas de vômitos, diarreia, dor abdominal. Sangramentos internos e externos podem ocorrer mais tarde, à medida que a doença progride.

Trump afirma estar 'preocupado' com surto de Ebola na África

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse estar 'preocupado' com o surto de Ebola que atinge a República Democrática do Congo, com 131 mortes confirmadas até agora. A medida foi tomada após relatos de que vários cidadãos americanos haviam sido expostos ao vírus. Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA confirmaram nessa segunda (18) que um americano testou positivo para o vírus Ebola. O Departamento de Estado dos EUA afirmou estar trabalhando em estreita colaboração com o centro de controle para repatriar os americanos afetados pelo surto de Ebola. Apesar disso, o presidente dos EUA enfatizou em seus comentários na noite passada que o vírus permanece confinado à África. Em meio a isso, a Organização Mundial da Saúde declarou emergência internacional de saúde pública após o avanço de um surto de Ebola na República Democrática do Congo. A OMS realizará uma reunião de emergência nesta terça-feira (19). Além das mortes, são quase 400 casos suspeitos. O atual surto é causado pela cepa Bundibugyo, para a qual ainda não existem vacinas ou medicamentos específicos. Uganda também confirmou dois casos da doença e uma morte. Autoridades americanas informaram que pelo menos seis cidadãos dos Estados Unidos foram expostos ao vírus durante o surto no Congo, região de conflito armado. Um deles apresenta sintomas compatíveis com a doença. Apesar de classificar o risco para os Estados Unidos como relativamente baixo, a agência de saúde pública do país anunciou medidas para reforçar o controle sanitário. Entre elas estão o monitoramento de viajantes e restrições de entrada para pessoas que estiveram recentemente em Uganda, República Democrática do Congo ou Sudão do Sul. A Organização Mundial da Saúde afirmou que a situação representa uma emergência internacional, mas ainda não atende aos critérios para ser considerada uma pandemia. O Ebola é transmitido pelo contato direto com fluidos corporais de pessoas infectadas. Os sintomas incluem febre, fadiga, dores musculares, dor de cabeça e dor de garganta, podendo evoluir para vômitos, diarreia e hemorragias. A taxa de mortalidade da cepa atual é estimada entre 25% e 40%. Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump Divulgação/Casa Branca Ainda não há nenhuma restrição de viagem, nem fechamento de fronteira, mas o alerta foi dado pela OMS. Mais de 28.600 pessoas foram infectadas pelo Ebola durante o surto de 2014-2016 na África Ocidental. A OMS aconselhou os dois países com casos confirmados a realizarem triagens fronteiriças para evitar a propagação do vírus. Ebola é uma doença grave que se espalha através do contato direto com os fluidos corporais de uma pessoa infectada. A taxa de mortalidade envolvendo a cepa é estimada entre 25 e 40% Os sintomas geralmente incluem febre, fadiga, dores musculares, dor de cabeça e dor de garganta, seguidas de vômitos, diarreia, dor abdominal. Sangramentos internos e externos podem ocorrer mais tarde, à medida que a doença progride.