Caso Henry Borel: primeiro dia de julgamento é marcado por manobras de Jairinho para atrasar discussões
O primeiro dia do julgamento do caso Henry Borel foi marcado por manobras da defesa do ex-vereador Dr. Jairinho para protelar as discussões. Ele e a mãe do menino, Monique Medeiros, respondem pela morte de Henry, em abril de 2021. Ao longo de todo o dia, foram debatidas apenas questões processuais e nenhum depoimento de testemunha foi ouvido. A previsão era que pelo menos quatro pessoas prestassem depoimento nesta segunda-feira: dois delegados, um perito e um médico-legista. No entanto, após a sessão, ficou definido que apenas um dos delegados será ouvido amanhã, Edson Henrique Damasceno, responsável por acompanhar o caso. À tarde, após o intervalo para o almoço, a defesa de Dr. Jairinho apresentou 22 pedidos de reconhecimento de nulidades processuais. Os advogados alegaram não ter tido acesso a diversas provas solicitadas, como informações detalhadas sobre o histórico médico de Henry Borel e dados sobre as ações do pai do menino, Leniel Borel, nos dias que antecederam a morte. A defesa também pediu a inversão da ordem dos interrogatórios, para que Monique fosse ouvida antes e Jairinho por último. A leitura dos pedidos durou mais de uma hora e meia. Em seguida, a juíza Elizabeth Machado Louro negou todos os requerimentos, sob o argumento de que os pontos já haviam sido analisados anteriormente. Houve momentos de embate entre a magistrada, os promotores e a defesa de Dr. Jairinho. A juíza e o Ministério Público questionaram a estratégia dos advogados, apontando uma suposta tentativa de cansar os jurados. Pela manhã, o julgamento voltou a correr risco de adiamento. Logo no início da sessão, Dr. Jairinho destituiu quase toda a própria equipe de defesa e afirmou que pretendia permanecer apenas com o advogado Fabiano Lopes, que sofreu um infarto no fim de semana e, por isso, não compareceu ao Tribunal de Justiça do Rio. Diante da situação, a juíza Elizabeth Machado Louro afirmou que Jairinho poderia ser transferido para um presídio de segurança mais rígida. Após a declaração, o ex-vereador voltou atrás, reconstituiu parte da equipe de defesa e o julgamento teve início. Também foi sorteado o corpo de jurados, formado por cinco homens e duas mulheres. A previsão é de que o julgamento se estenda ao longo de toda a semana.

O primeiro dia do julgamento do caso Henry Borel foi marcado por manobras da defesa do ex-vereador Dr. Jairinho para protelar as discussões. Ele e a mãe do menino, Monique Medeiros, respondem pela morte de Henry, em abril de 2021. Ao longo de todo o dia, foram debatidas apenas questões processuais e nenhum depoimento de testemunha foi ouvido. A previsão era que pelo menos quatro pessoas prestassem depoimento nesta segunda-feira: dois delegados, um perito e um médico-legista. No entanto, após a sessão, ficou definido que apenas um dos delegados será ouvido amanhã, Edson Henrique Damasceno, responsável por acompanhar o caso. À tarde, após o intervalo para o almoço, a defesa de Dr. Jairinho apresentou 22 pedidos de reconhecimento de nulidades processuais. Os advogados alegaram não ter tido acesso a diversas provas solicitadas, como informações detalhadas sobre o histórico médico de Henry Borel e dados sobre as ações do pai do menino, Leniel Borel, nos dias que antecederam a morte. A defesa também pediu a inversão da ordem dos interrogatórios, para que Monique fosse ouvida antes e Jairinho por último. A leitura dos pedidos durou mais de uma hora e meia. Em seguida, a juíza Elizabeth Machado Louro negou todos os requerimentos, sob o argumento de que os pontos já haviam sido analisados anteriormente. Houve momentos de embate entre a magistrada, os promotores e a defesa de Dr. Jairinho. A juíza e o Ministério Público questionaram a estratégia dos advogados, apontando uma suposta tentativa de cansar os jurados. Pela manhã, o julgamento voltou a correr risco de adiamento. Logo no início da sessão, Dr. Jairinho destituiu quase toda a própria equipe de defesa e afirmou que pretendia permanecer apenas com o advogado Fabiano Lopes, que sofreu um infarto no fim de semana e, por isso, não compareceu ao Tribunal de Justiça do Rio. Diante da situação, a juíza Elizabeth Machado Louro afirmou que Jairinho poderia ser transferido para um presídio de segurança mais rígida. Após a declaração, o ex-vereador voltou atrás, reconstituiu parte da equipe de defesa e o julgamento teve início. Também foi sorteado o corpo de jurados, formado por cinco homens e duas mulheres. A previsão é de que o julgamento se estenda ao longo de toda a semana.

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