Governo brasileiro diz que poderá recorrer à Lei da Reciprocidade se EUA avançarem com medidas comerciais
O governo brasileiro voltou a dizer que poderá recorrer à Lei da Reciprocidade caso os Estados Unidos avancem com medidas comerciais consideradas "injustas" contra o país. Em nota, o governo criticou a decisão e afirmou que o tema está sendo utilizado para justificar medidas protecionistas. Em encontro com representante dos EUA, Mauro Vieira reforça disposição brasileira de negociar tarifas Lula afirma que irá enviar carta a Trump para abordar possíveis novas tarifas O Brasil também rejeitou qualquer associação entre a competitividade da economia nacional e o uso de insumos produzidos em condições que violem direitos humanos. A manifestação foi feita após a conclusão preliminar de uma investigação americana que questiona políticas relacionadas à importação de produtos ligados ao trabalho forçado. O Executivo destacou ainda que o país é reconhecido internacionalmente pelo combate ao trabalho forçado e lembrou que a legislação brasileira permite barrar e confiscar mercadorias produzidas nessas condições. Além disso, ressaltou que acordos comerciais firmados pelo Brasil e pelo Mercosul preveem compromissos para eliminar essa prática. Ainda, colocou o ministério do Trabalho e Emprego a disposição das autoridades norte- americanas. O governo afirmou que espera que as recomendações preliminares dos Estados Unidos não resultem na imposição de tarifas e reiterou que adotará medidas para reduzir eventuais impactos sobre a economia, os empregos e a renda dos brasileiros.

O governo brasileiro voltou a dizer que poderá recorrer à Lei da Reciprocidade caso os Estados Unidos avancem com medidas comerciais consideradas "injustas" contra o país. Em nota, o governo criticou a decisão e afirmou que o tema está sendo utilizado para justificar medidas protecionistas. Em encontro com representante dos EUA, Mauro Vieira reforça disposição brasileira de negociar tarifas Lula afirma que irá enviar carta a Trump para abordar possíveis novas tarifas O Brasil também rejeitou qualquer associação entre a competitividade da economia nacional e o uso de insumos produzidos em condições que violem direitos humanos. A manifestação foi feita após a conclusão preliminar de uma investigação americana que questiona políticas relacionadas à importação de produtos ligados ao trabalho forçado. O Executivo destacou ainda que o país é reconhecido internacionalmente pelo combate ao trabalho forçado e lembrou que a legislação brasileira permite barrar e confiscar mercadorias produzidas nessas condições. Além disso, ressaltou que acordos comerciais firmados pelo Brasil e pelo Mercosul preveem compromissos para eliminar essa prática. Ainda, colocou o ministério do Trabalho e Emprego a disposição das autoridades norte- americanas. O governo afirmou que espera que as recomendações preliminares dos Estados Unidos não resultem na imposição de tarifas e reiterou que adotará medidas para reduzir eventuais impactos sobre a economia, os empregos e a renda dos brasileiros.

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