Além de Castro, operação da PF sobre Rioprevidência e caso Master cumpre mais nove mandados
A Polícia Federal realiza nesta terça-feira (26) uma operação que investiga possíveis crimes financeiros envolvendo o Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro, o Rioprevidência. A ação tem como um dos alvos o ex-governador do Rio, Cláudio Castro, do PL. Ao todo, agentes cumprem 10 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal no Rio de Janeiro e em Brasília. Um dos mandados é cumprido na casa de Cláudio Castro, na Barra da Tijuca, Zona Oeste da capital. Até o momento, não há mandado de prisão contra o ex-governador. Segundo a Polícia Federal, a investigação é um desdobramento da Operação Barco de Papel, que identificou aportes considerados suspeitos do Rioprevidência em Letras Financeiras de um banco privado, que somaram cerca de R$ 970 milhões entre outubro de 2023 e julho de 2024. A operação, realizada em fevereiro, termiou com a prisão do ex-presidente do Rioprevidência Deivis Marcon Antunes. Nesta nova fase, a PF apura ainda aplicações de R$ 2,01 bilhões feitas a partir de julho de 2024 em fundos de investimento ligados ao mesmo banco. Somadas, as operações chegam a cerca de R$ 3 bilhões transferidos pelo Rioprevidência. As investigações também apontam que os aportes foram realizados mesmo diante de recomendações do Tribunal de Contas do Estado para que os investimentos no Banco Master não fossem feitos. Além do Rioprevidência, a apuração inclui investimentos superiores a R$ 200 milhões realizados pela Cedae. Sede do Rioprevidência Divulgação O Rioprevidência é responsável pela administração das aposentadorias e pensões de cerca de 235 mil servidores estaduais do Rio de Janeiro. Esta é a segunda vez no mês que Cláudio Castro é alvo de busca e apreensão da Polícia Federal. No início de maio, ele já havia sido alvo de outra operação relacionada à investigação sobre a refinaria Refit, quando teve o celular e um iPad apreendidos. O advogado de Cláudio Castro confirmou à CBN que se deslocava para a residência do ex-governador para acompanhar a operação. Até o momento, a defesa não se manifestou oficialmente sobre as investigações. fc

A Polícia Federal realiza nesta terça-feira (26) uma operação que investiga possíveis crimes financeiros envolvendo o Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro, o Rioprevidência. A ação tem como um dos alvos o ex-governador do Rio, Cláudio Castro, do PL. Ao todo, agentes cumprem 10 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal no Rio de Janeiro e em Brasília. Um dos mandados é cumprido na casa de Cláudio Castro, na Barra da Tijuca, Zona Oeste da capital. Até o momento, não há mandado de prisão contra o ex-governador. Segundo a Polícia Federal, a investigação é um desdobramento da Operação Barco de Papel, que identificou aportes considerados suspeitos do Rioprevidência em Letras Financeiras de um banco privado, que somaram cerca de R$ 970 milhões entre outubro de 2023 e julho de 2024. A operação, realizada em fevereiro, termiou com a prisão do ex-presidente do Rioprevidência Deivis Marcon Antunes. Nesta nova fase, a PF apura ainda aplicações de R$ 2,01 bilhões feitas a partir de julho de 2024 em fundos de investimento ligados ao mesmo banco. Somadas, as operações chegam a cerca de R$ 3 bilhões transferidos pelo Rioprevidência. As investigações também apontam que os aportes foram realizados mesmo diante de recomendações do Tribunal de Contas do Estado para que os investimentos no Banco Master não fossem feitos. Além do Rioprevidência, a apuração inclui investimentos superiores a R$ 200 milhões realizados pela Cedae. Sede do Rioprevidência Divulgação O Rioprevidência é responsável pela administração das aposentadorias e pensões de cerca de 235 mil servidores estaduais do Rio de Janeiro. Esta é a segunda vez no mês que Cláudio Castro é alvo de busca e apreensão da Polícia Federal. No início de maio, ele já havia sido alvo de outra operação relacionada à investigação sobre a refinaria Refit, quando teve o celular e um iPad apreendidos. O advogado de Cláudio Castro confirmou à CBN que se deslocava para a residência do ex-governador para acompanhar a operação. Até o momento, a defesa não se manifestou oficialmente sobre as investigações. fc

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