Fachin cria grupo de trabalho para passar pente fino em 'penduricalhos' no Judiciário
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, criou um grupo de trabalho para passar um pente fino nos chamados "penduricalhos" - verbas incorporadas aos salários para driblar o teto do funcionalismo, que é de 46 mil e 300 reais. A ideia é que a comissão apresente uma proposta para trazer mais transparência aos salários dos magistrados. A missão do Conselho Nacional de Justiça é propor um modelo definitivo para evitar as distorções de salários no Judiciário. O CNJ já identificou casos de magistrados que ganharam mais de um milhão de reais por mês. A iniciativa faz parte de uma série de medidas adotadas nos últimos meses para aumentar a transparência e o controle sobre os rendimentos da magistratura. Em março, o STF limitou critérios para o pagamento de verbas indenizatórias. Em maio, o CNJ criou um contracheque único nacional para os juízes, com o detalhamento completo da remuneração. Agora, o Conselho pretende produzir um diagnóstico das diferentes realidades existentes nos mais de 90 tribunais brasileiros e discutir uma solução de longo prazo para a política remuneratória da magistratura. A comissão vai reunir representantes da magistratura e integrantes de outras instituições, como Ministério Público, Defensorias, Congresso Nacional e Tribunal de Contas da União. Um relatório com as propostas deve ser apresentado em até 180 dias.

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, criou um grupo de trabalho para passar um pente fino nos chamados "penduricalhos" - verbas incorporadas aos salários para driblar o teto do funcionalismo, que é de 46 mil e 300 reais. A ideia é que a comissão apresente uma proposta para trazer mais transparência aos salários dos magistrados. A missão do Conselho Nacional de Justiça é propor um modelo definitivo para evitar as distorções de salários no Judiciário. O CNJ já identificou casos de magistrados que ganharam mais de um milhão de reais por mês. A iniciativa faz parte de uma série de medidas adotadas nos últimos meses para aumentar a transparência e o controle sobre os rendimentos da magistratura. Em março, o STF limitou critérios para o pagamento de verbas indenizatórias. Em maio, o CNJ criou um contracheque único nacional para os juízes, com o detalhamento completo da remuneração. Agora, o Conselho pretende produzir um diagnóstico das diferentes realidades existentes nos mais de 90 tribunais brasileiros e discutir uma solução de longo prazo para a política remuneratória da magistratura. A comissão vai reunir representantes da magistratura e integrantes de outras instituições, como Ministério Público, Defensorias, Congresso Nacional e Tribunal de Contas da União. Um relatório com as propostas deve ser apresentado em até 180 dias.

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