Japão chega à Copa do Mundo embalado por bons resultados e consolidação de trabalho iniciado em 2018
O Japão chega à Copa do Mundo de 2026 cercado de expectativa. Presente em todas as edições do torneio desde 1998, a seleção asiática disputará sua oitava Copa consecutiva e tenta, pela primeira vez, superar a barreira das oitavas de final. Os japoneses alcançaram essa fase em quatro oportunidades: em 2002, quando foram eliminados pela Turquia; em 2010, nos pênaltis diante do Paraguai; em 2018, após derrota para a Bélgica; e em 2022, quando caíram para a Croácia, também nas penalidades. Retrospecto do Japão nas Copas do Mundo CBN A campanha nas Eliminatórias Asiáticas foi dominante. O Japão somou 13 vitórias, dois empates e apenas uma derrota, terminando à frente de seleções como Austrália, Arábia Saudita, Indonésia, China e Bahrein. Atualmente, a equipe ocupa a 18ª posição no ranking da FIFA. Ao longo do ciclo para a Copa, acumulou 31 vitórias, cinco empates e cinco derrotas. Caminho do Japão até a Copa do Mundo de 2026 CBN Sob o comando de Hajime Moriyasu desde 2018, a seleção apresenta um dos trabalhos mais longevos entre os participantes do Mundial. O treinador chega ao fim de mais um ciclo com uma equipe consolidada, embora precise lidar com baixas importantes por lesão. Quais são os destaques e pontos positivos? Seleção do Japão CBN A principal força do Japão é o jogo coletivo. A equipe se destaca pela versatilidade tática, capacidade de adaptação durante as partidas e variedade de recursos ofensivos e defensivos. Analistas apontam que os japoneses conseguem alternar entre uma postura mais reativa, com linhas compactas e transições rápidas, e momentos de controle da posse de bola, com intensa movimentação e troca de posições. Outro diferencial é a profundidade do elenco. Mesmo sem contar com grandes estrelas do futebol mundial, a seleção possui diversas opções capazes de atuar em diferentes funções, o que permite ao técnico modificar a escalação sem perder competitividade. Koki Ogawa comemora gol pelo Japão Divulgação/JFA Os resultados recentes ajudam a explicar o otimismo em torno da equipe. Durante o ciclo, o Japão venceu seleções tradicionais como Inglaterra, Alemanha, Brasil, Escócia e Turquia, demonstrando capacidade de competir em alto nível contra adversários de diferentes estilos. A seleção também chega embalada por atuações consistentes nas últimas Copas. Em 2018, esteve perto de eliminar a Bélgica após abrir 2 a 0 nas oitavas de final. Já em 2022, levou a Croácia para a disputa por pênaltis depois de ter superado a Alemanha ainda na fase de grupos. Lesões preocupam A principal preocupação para o Mundial é a ausência de jogadores importantes. O atacante Kaoru Mitoma, destaque do Brighton, sofreu uma lesão e está fora da Copa. Outro desfalque relevante é Takumi Minamino, que também perdeu o torneio após uma grave lesão no joelho. Mesmo assim, o Japão segue com nomes de destaque em ligas europeias, como Takefusa Kubo, da Real Sociedad, Daichi Kamada, do Crystal Palace, e Zion Suzuki, do Parma. Sem o brilho individual de outras seleções candidatas a surpreender no torneio, os japoneses apostam na força coletiva, na organização tática e na continuidade do trabalho para tentar alcançar a melhor campanha de sua história em Copas do Mundo.

O Japão chega à Copa do Mundo de 2026 cercado de expectativa. Presente em todas as edições do torneio desde 1998, a seleção asiática disputará sua oitava Copa consecutiva e tenta, pela primeira vez, superar a barreira das oitavas de final. Os japoneses alcançaram essa fase em quatro oportunidades: em 2002, quando foram eliminados pela Turquia; em 2010, nos pênaltis diante do Paraguai; em 2018, após derrota para a Bélgica; e em 2022, quando caíram para a Croácia, também nas penalidades. Retrospecto do Japão nas Copas do Mundo CBN A campanha nas Eliminatórias Asiáticas foi dominante. O Japão somou 13 vitórias, dois empates e apenas uma derrota, terminando à frente de seleções como Austrália, Arábia Saudita, Indonésia, China e Bahrein. Atualmente, a equipe ocupa a 18ª posição no ranking da FIFA. Ao longo do ciclo para a Copa, acumulou 31 vitórias, cinco empates e cinco derrotas. Caminho do Japão até a Copa do Mundo de 2026 CBN Sob o comando de Hajime Moriyasu desde 2018, a seleção apresenta um dos trabalhos mais longevos entre os participantes do Mundial. O treinador chega ao fim de mais um ciclo com uma equipe consolidada, embora precise lidar com baixas importantes por lesão. Quais são os destaques e pontos positivos? Seleção do Japão CBN A principal força do Japão é o jogo coletivo. A equipe se destaca pela versatilidade tática, capacidade de adaptação durante as partidas e variedade de recursos ofensivos e defensivos. Analistas apontam que os japoneses conseguem alternar entre uma postura mais reativa, com linhas compactas e transições rápidas, e momentos de controle da posse de bola, com intensa movimentação e troca de posições. Outro diferencial é a profundidade do elenco. Mesmo sem contar com grandes estrelas do futebol mundial, a seleção possui diversas opções capazes de atuar em diferentes funções, o que permite ao técnico modificar a escalação sem perder competitividade. Koki Ogawa comemora gol pelo Japão Divulgação/JFA Os resultados recentes ajudam a explicar o otimismo em torno da equipe. Durante o ciclo, o Japão venceu seleções tradicionais como Inglaterra, Alemanha, Brasil, Escócia e Turquia, demonstrando capacidade de competir em alto nível contra adversários de diferentes estilos. A seleção também chega embalada por atuações consistentes nas últimas Copas. Em 2018, esteve perto de eliminar a Bélgica após abrir 2 a 0 nas oitavas de final. Já em 2022, levou a Croácia para a disputa por pênaltis depois de ter superado a Alemanha ainda na fase de grupos. Lesões preocupam A principal preocupação para o Mundial é a ausência de jogadores importantes. O atacante Kaoru Mitoma, destaque do Brighton, sofreu uma lesão e está fora da Copa. Outro desfalque relevante é Takumi Minamino, que também perdeu o torneio após uma grave lesão no joelho. Mesmo assim, o Japão segue com nomes de destaque em ligas europeias, como Takefusa Kubo, da Real Sociedad, Daichi Kamada, do Crystal Palace, e Zion Suzuki, do Parma. Sem o brilho individual de outras seleções candidatas a surpreender no torneio, os japoneses apostam na força coletiva, na organização tática e na continuidade do trabalho para tentar alcançar a melhor campanha de sua história em Copas do Mundo.

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