Trump afirma estar próximo de ordenar ataques contra pontos e energia iraniana

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que está perto de ordenar novos ataques mais profundos contra o Irã, após bombardeios nessa terça-feira (9). Segundo ele, os alvos seriam usinas de energia e pontes iranianas, pois Teerã estava demorando muito para chegar a um acordo. A informação foi divulgada pela Fox News após conversa com o próprio presidente nesta quarta-feira (10). Pouco antes, Trump publicou na sua rede social Truth Social que o Irã 'demorou muito para negociar um acordo que teria sido ótimo para eles, e agora terão que pagar o preço'. Isso ocorre depois que os EUA disseram ter atacado o Irã em resposta à derrubada de um helicóptero do Exército americano na noite passada, com o Irã retaliando com ataques a bases americanas no Bahrein, na Jordânia e no Kuwait. 'As Forças Armadas do Irã são um completo caos. Grande parte delas, como a Marinha e a Força Aérea, sequer existe mais – foram completamente derrotadas. O Irã só fala e não age. O valentão do Oriente Médio está MORTO!!! Demoraram demais para negociar um acordo que teria sido ótimo para eles, agora terão que pagar o preço!!!', escreveu o republicano. As forças armadas do Irã lançaram nesta quarta-feira (10) ataques aéreos contra bases militares dos Estados Unidos na Jordânia, no Kuwait e no Bahrein. A ofensiva foi uma resposta aos bombardeios americanos contra alvos militares no sul do país persa. A operação dos Estados Unidos foi realizada em retaliação à derrubada de um helicóptero militar americano que patrulhava o Estreito de Ormuz. Lançamento de mais de dez mísseis iranianos contra bases americanas na região. Reprodução A Guarda Revolucionária Islâmica afirmou ter atacado bases americanas na Jordânia, Kuwait e Bahrein. No entanto, um funcionário americano disse à agência de notícias Reuters que as avaliações iniciais mostraram que quase todos os mísseis e drones iranianos foram interceptados. Do outro lado, o Irã afirma, segundo a agência estatal Fars, que 70% dos alvos foram atingidos. A fonte do veículo afirmou que a avaliação foi baseada em 'imagens de satélite e informações enviadas por fontes em campo ao serviço de inteligência estrangeira do Irã'. Segundo o relatório, mísseis balísticos de longo alcance e drones ultrapassaram os sistemas de defesa aérea de bases americanas e atingiram alvos pré-selecionados em Azraq, na Jordânia, Ali Al Salem, no Kuwait, e na base da Quinta Frota da Marinha dos EUA, no Bahrein. A operação dos Estados Unidos foi realizada em retaliação à derrubada de um helicóptero militar americano que patrulhava o Estreito de Ormuz. O presidente Donald Trump declarou que a reação militar foi necessária e que os alvos atingidos incluíram sistemas de defesa aérea, centrais de comando e bases de radares no Golfo Pérsico. O incidente que motivou a retaliação ocorreu na segunda-feira à noite, quando dois tripulantes americanos precisaram ser resgatados no mar por um barco-drone não tripulado. Helicóptero Boeing AH-64 Apache dos Estados Unidos. Reprodução/Wikimedia Commons A Guarda Revolucionária iraniana prometeu uma retaliação mais severa, caso a agressão americana continue. A estabilidade regional também enfrenta desgaste devido a recentes trocas de disparos de mísseis ocorridas entre os governos de Israel e de Teerã. A mídia iraniana afirmou que Teerã não estava por trás da queda do helicóptero Apache e chamou os EUA de 'belicistas'. Nessa terça (9), pelo menos 8 pessoas morreram em mais um ataque israelense contra o Líbano. O regime iraniano avisou que não haverá acordo com os Estados Unidos enquanto Netanyahu continuar atacando o território libanês.

Trump afirma estar próximo de ordenar ataques contra pontos e energia iraniana

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que está perto de ordenar novos ataques mais profundos contra o Irã, após bombardeios nessa terça-feira (9). Segundo ele, os alvos seriam usinas de energia e pontes iranianas, pois Teerã estava demorando muito para chegar a um acordo. A informação foi divulgada pela Fox News após conversa com o próprio presidente nesta quarta-feira (10). Pouco antes, Trump publicou na sua rede social Truth Social que o Irã 'demorou muito para negociar um acordo que teria sido ótimo para eles, e agora terão que pagar o preço'. Isso ocorre depois que os EUA disseram ter atacado o Irã em resposta à derrubada de um helicóptero do Exército americano na noite passada, com o Irã retaliando com ataques a bases americanas no Bahrein, na Jordânia e no Kuwait. 'As Forças Armadas do Irã são um completo caos. Grande parte delas, como a Marinha e a Força Aérea, sequer existe mais – foram completamente derrotadas. O Irã só fala e não age. O valentão do Oriente Médio está MORTO!!! Demoraram demais para negociar um acordo que teria sido ótimo para eles, agora terão que pagar o preço!!!', escreveu o republicano. As forças armadas do Irã lançaram nesta quarta-feira (10) ataques aéreos contra bases militares dos Estados Unidos na Jordânia, no Kuwait e no Bahrein. A ofensiva foi uma resposta aos bombardeios americanos contra alvos militares no sul do país persa. A operação dos Estados Unidos foi realizada em retaliação à derrubada de um helicóptero militar americano que patrulhava o Estreito de Ormuz. Lançamento de mais de dez mísseis iranianos contra bases americanas na região. Reprodução A Guarda Revolucionária Islâmica afirmou ter atacado bases americanas na Jordânia, Kuwait e Bahrein. No entanto, um funcionário americano disse à agência de notícias Reuters que as avaliações iniciais mostraram que quase todos os mísseis e drones iranianos foram interceptados. Do outro lado, o Irã afirma, segundo a agência estatal Fars, que 70% dos alvos foram atingidos. A fonte do veículo afirmou que a avaliação foi baseada em 'imagens de satélite e informações enviadas por fontes em campo ao serviço de inteligência estrangeira do Irã'. Segundo o relatório, mísseis balísticos de longo alcance e drones ultrapassaram os sistemas de defesa aérea de bases americanas e atingiram alvos pré-selecionados em Azraq, na Jordânia, Ali Al Salem, no Kuwait, e na base da Quinta Frota da Marinha dos EUA, no Bahrein. A operação dos Estados Unidos foi realizada em retaliação à derrubada de um helicóptero militar americano que patrulhava o Estreito de Ormuz. O presidente Donald Trump declarou que a reação militar foi necessária e que os alvos atingidos incluíram sistemas de defesa aérea, centrais de comando e bases de radares no Golfo Pérsico. O incidente que motivou a retaliação ocorreu na segunda-feira à noite, quando dois tripulantes americanos precisaram ser resgatados no mar por um barco-drone não tripulado. Helicóptero Boeing AH-64 Apache dos Estados Unidos. Reprodução/Wikimedia Commons A Guarda Revolucionária iraniana prometeu uma retaliação mais severa, caso a agressão americana continue. A estabilidade regional também enfrenta desgaste devido a recentes trocas de disparos de mísseis ocorridas entre os governos de Israel e de Teerã. A mídia iraniana afirmou que Teerã não estava por trás da queda do helicóptero Apache e chamou os EUA de 'belicistas'. Nessa terça (9), pelo menos 8 pessoas morreram em mais um ataque israelense contra o Líbano. O regime iraniano avisou que não haverá acordo com os Estados Unidos enquanto Netanyahu continuar atacando o território libanês.