Trump não comparecerá na abertura da Copa do Mundo nos EUA, confirma organização

O CEO da organização da Copa do Mundo nos Estados Unidos, Andrew Giuliani, confirmou nesta sexta-feira (12) que o presidente dos EUA, Donald Trump, não comparecerá ao jogo de estreia da seleção masculina dos Estados Unidos contra o Paraguai, na noite desta sexta. O site The Athletic, braço de esportes do jornal New York Times, noticiou o caso anteriormente de que Trump não planejava estar na partida, que ocorre em Los Angeles. O Departamento de Estado divulgou um comunicado informando que o secretário de Estado, Marco Rubio, estará presente, juntamente com o secretário de Transportes, Sean Duffy, e o secretário de Segurança Interna, Markwayne Mullin. Giuliani disse que motivo de sua ausência é a agenda, mas disse esperar que o presidente americano se envolva mais na Copa do Mundo ao longo do torneio. 'Ele não vai conseguir assistir ao jogo de abertura. Como já dissemos, a agenda dele está apertada. Mas sei que ele estará envolvido durante toda esta Copa do Mundo. Mas uma coisa eu posso afirmar, conhecendo o presidente Trump há 30 anos: espere o inesperado. Sempre espere um suspense com ele. Ao longo deste torneio, não me surpreenderia se o víssemos se envolver cada vez mais com a Copa do Mundo', afirmou ele à rádio britânica TalkSport. A presidente do México, Claudia Sheinbaum, também não compareceu à estreia de seu país no torneio, na vitória por 2 a 0 sobre a África do Sul. Em vez disso, ela optou por ceder seu ingresso para Yolett Cervantes Cuaquehua , uma jovem indígena que venceu um concurso nacional promovido pelo governo mexicano para garantir o lugar VIP de Sheinbaum no Estádio Azteca. Responsável pela segurança dos EUA na Copa alerta para ataques de 'lobos solitários' durante torneio O secretário de Segurança Interna dos EUA, Markwayne Mullin. Oliver Contreras / AFP Os jogos da Copa do Mundo nas 11 cidades-sede americanas serão 'muito seguros', afirmou nesta quinta-feira (11) o principal funcionário do país responsável pela segurança do torneio, embora tenha expressado preocupação com ataques de lobos solitários, especialmente em áreas públicas. 'Sentimos que estamos o mais seguros possível. Mas não podemos controlar, sabe, o lobo solitário', disse Markwayne Mullin, chefe do Departamento de Segurança Interna, em entrevista à Fox News. 'Há um problema com o que chamamos de zona vulnerável, que fica antes de entrar no perímetro de segurança, e isso nos preocupa muito', disse ele, horas antes do início do torneio que os Estados Unidos estão co-organizando com o Canadá e o México. Mullin afirmou que agentes da lei locais e estaduais estarão 'mobilizados' nessas áreas para garantir a segurança da multidão. 'Os jogos serão realizados com muita segurança', disse ele. O torneio, que começa nesta quinta-feira (11) no México com um confronto entre os anfitriões e a África do Sul, terá 78 de seus jogos disputados nos Estados Unidos. Para os americanos mais acostumados com a versão local do futebol americano, Mullin fez uma comparação para destacar o interesse nesse espetáculo global. 'Setenta e oito Super Bowls em 38 dias. Teremos multidões maiores do que no Super Bowl', disse ele. 'Temos 250 milhões de pessoas que assistem ao Super Bowl, teremos 1,4 bilhão assistindo aos jogos da FIFA'.

Trump não comparecerá na abertura da Copa do Mundo nos EUA, confirma organização

O CEO da organização da Copa do Mundo nos Estados Unidos, Andrew Giuliani, confirmou nesta sexta-feira (12) que o presidente dos EUA, Donald Trump, não comparecerá ao jogo de estreia da seleção masculina dos Estados Unidos contra o Paraguai, na noite desta sexta. O site The Athletic, braço de esportes do jornal New York Times, noticiou o caso anteriormente de que Trump não planejava estar na partida, que ocorre em Los Angeles. O Departamento de Estado divulgou um comunicado informando que o secretário de Estado, Marco Rubio, estará presente, juntamente com o secretário de Transportes, Sean Duffy, e o secretário de Segurança Interna, Markwayne Mullin. Giuliani disse que motivo de sua ausência é a agenda, mas disse esperar que o presidente americano se envolva mais na Copa do Mundo ao longo do torneio. 'Ele não vai conseguir assistir ao jogo de abertura. Como já dissemos, a agenda dele está apertada. Mas sei que ele estará envolvido durante toda esta Copa do Mundo. Mas uma coisa eu posso afirmar, conhecendo o presidente Trump há 30 anos: espere o inesperado. Sempre espere um suspense com ele. Ao longo deste torneio, não me surpreenderia se o víssemos se envolver cada vez mais com a Copa do Mundo', afirmou ele à rádio britânica TalkSport. A presidente do México, Claudia Sheinbaum, também não compareceu à estreia de seu país no torneio, na vitória por 2 a 0 sobre a África do Sul. Em vez disso, ela optou por ceder seu ingresso para Yolett Cervantes Cuaquehua , uma jovem indígena que venceu um concurso nacional promovido pelo governo mexicano para garantir o lugar VIP de Sheinbaum no Estádio Azteca. Responsável pela segurança dos EUA na Copa alerta para ataques de 'lobos solitários' durante torneio O secretário de Segurança Interna dos EUA, Markwayne Mullin. Oliver Contreras / AFP Os jogos da Copa do Mundo nas 11 cidades-sede americanas serão 'muito seguros', afirmou nesta quinta-feira (11) o principal funcionário do país responsável pela segurança do torneio, embora tenha expressado preocupação com ataques de lobos solitários, especialmente em áreas públicas. 'Sentimos que estamos o mais seguros possível. Mas não podemos controlar, sabe, o lobo solitário', disse Markwayne Mullin, chefe do Departamento de Segurança Interna, em entrevista à Fox News. 'Há um problema com o que chamamos de zona vulnerável, que fica antes de entrar no perímetro de segurança, e isso nos preocupa muito', disse ele, horas antes do início do torneio que os Estados Unidos estão co-organizando com o Canadá e o México. Mullin afirmou que agentes da lei locais e estaduais estarão 'mobilizados' nessas áreas para garantir a segurança da multidão. 'Os jogos serão realizados com muita segurança', disse ele. O torneio, que começa nesta quinta-feira (11) no México com um confronto entre os anfitriões e a África do Sul, terá 78 de seus jogos disputados nos Estados Unidos. Para os americanos mais acostumados com a versão local do futebol americano, Mullin fez uma comparação para destacar o interesse nesse espetáculo global. 'Setenta e oito Super Bowls em 38 dias. Teremos multidões maiores do que no Super Bowl', disse ele. 'Temos 250 milhões de pessoas que assistem ao Super Bowl, teremos 1,4 bilhão assistindo aos jogos da FIFA'.