Operação mira contrabando, lavagem de dinheiro e corrupção de servidores

A Polícia Federal, em ação conjunta com a Corregedoria da Polícia Rodoviária Federal e a Receita Federal do Brasil, deflagrou as Operações Sicarius I e Sicarius II, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa transnacional especializada em contrabando de cigarros, importação ilegal de agrotóxicos, falsificação de documentos e placas veiculares, lavagem de dinheiro e corrupção de servidores públicos. A 1ª Vara Criminal da Justiça Federal de Guaíra/PR expediu 44 mandados de prisão preventiva, 14 mandados de prisão temporária, 62 mandados de busca e apreensão, 45 mandados de sequestro e bloqueio de contas bancárias, cinco ordens judiciais de cancelamento de CPFs, sete ordens judiciais de cancelamento de CNPJs. As medidas judiciais são cumpridas nos municípios de Guaíra (PR), Mandirituba (PR), Piraquara (PR), Fazenda Rio Grande (PR), Cascavel (PR), Ubiratã (PR), Londrina (PR), Maringá (PR), Cianorte (PR), Umuarama (PR), Praia Grande (SP), Canelinha (SC), Imaruí (SC), Não-Me-Toque (RS), Nova Andradina (MS), Maracaju (MS), Mundo Novo (MS), Eldorado (MS), Jandaia (GO) e Belém (PA). Segundo a Receita Federal, a organização criminosa transnacional, especializada no contrabando de cigarros e agrotóxicos, atuava principalmente na fronteira entre o Brasil e o Paraguai, com destaque para a cidade de Guaíra/PR. Durante as investigações, observou-se que integrantes da organização criminosa estariam envolvidos em atos de ocultação, dissimulação e conversão de valores ilícitos oriundos das suas atividades criminosas. Foi identificada a participação de um doleiro que teria movimentado quantias superiores a R$ 375 milhões no período entre 2019 e 2024. Segundo as investigações, o doleiro controlava contas em nome de pessoas interpostas e de empresas de fachada. Concluiu-se que o investigado seria figura central nas operações de lavagem de dinheiro da organização criminosa, tendo movimentado apenas em suas contas bancárias pessoais o total bruto de mais de R$ 114 milhões no período.

Operação mira contrabando, lavagem de dinheiro e corrupção de servidores

A Polícia Federal, em ação conjunta com a Corregedoria da Polícia Rodoviária Federal e a Receita Federal do Brasil, deflagrou as Operações Sicarius I e Sicarius II, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa transnacional especializada em contrabando de cigarros, importação ilegal de agrotóxicos, falsificação de documentos e placas veiculares, lavagem de dinheiro e corrupção de servidores públicos. A 1ª Vara Criminal da Justiça Federal de Guaíra/PR expediu 44 mandados de prisão preventiva, 14 mandados de prisão temporária, 62 mandados de busca e apreensão, 45 mandados de sequestro e bloqueio de contas bancárias, cinco ordens judiciais de cancelamento de CPFs, sete ordens judiciais de cancelamento de CNPJs. As medidas judiciais são cumpridas nos municípios de Guaíra (PR), Mandirituba (PR), Piraquara (PR), Fazenda Rio Grande (PR), Cascavel (PR), Ubiratã (PR), Londrina (PR), Maringá (PR), Cianorte (PR), Umuarama (PR), Praia Grande (SP), Canelinha (SC), Imaruí (SC), Não-Me-Toque (RS), Nova Andradina (MS), Maracaju (MS), Mundo Novo (MS), Eldorado (MS), Jandaia (GO) e Belém (PA). Segundo a Receita Federal, a organização criminosa transnacional, especializada no contrabando de cigarros e agrotóxicos, atuava principalmente na fronteira entre o Brasil e o Paraguai, com destaque para a cidade de Guaíra/PR. Durante as investigações, observou-se que integrantes da organização criminosa estariam envolvidos em atos de ocultação, dissimulação e conversão de valores ilícitos oriundos das suas atividades criminosas. Foi identificada a participação de um doleiro que teria movimentado quantias superiores a R$ 375 milhões no período entre 2019 e 2024. Segundo as investigações, o doleiro controlava contas em nome de pessoas interpostas e de empresas de fachada. Concluiu-se que o investigado seria figura central nas operações de lavagem de dinheiro da organização criminosa, tendo movimentado apenas em suas contas bancárias pessoais o total bruto de mais de R$ 114 milhões no período.